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8 lendas urbanas assustadoras que acabaram se tornando reais

Toda sociedade alimenta as suas próprias lendas urbanas. Podemos estar falando de mitos que tomam conta de todo um país ou apenas de pequenas comunidades locais. Seja lá qual o mito que mais te assusta, provavelmente é tomado por fatos místicos e sobrenaturais que nem sempre possuem alguma proximidade com a realidade.
Apesar disso, existem lendas que conseguem ser percebidas no mundo real a partir de fatos inesperados que justificam todo o medo dos mais preocupados. Alguns casos não apresentam uma reprodução fiel das lendas bizarras em suas versões reais, mas ainda assim são preocupantes e assustadores.
Aqui estão algumas lendas urbanas que acaram se tornando reais de maneiras surpreendentes.

1 – Jogos Mortais

Se você já conhece a história do maníaco por trás de dos desafios e armadilhas bizarros nos filmes Jogos Mortais, saiba que ao menos um caso assim já existiu no mundo real. Em agosto de 2003, o entregador de pizza Brian Wells estava perto de terminar seu turno de trabalho quando precisou fazer uma última entrega. Pouco se sabe dos detalhes dos acontecimentos, mas uma hora depois ele estava tentando roubar um banco vestindo um colar de bombas em seu pescoço e portando uma espingarda.
O crime não aconteceu, mas a bomba acabou explodindo e matando o entregador de pizza. Depois disso, as autoridades encontraram uma lista de afazeres que ele deveria cumprir para que os criminosos responsáveis pela instalação da bomba a desativassem. Apesar da morte do entregador, os responsáveis pelo colar e pela lista foram capturados e condenados.

2 – Chamadas do além

Já imaginou receber mensagens e ligações de um familiar para saber que ele estava morto o tempo todo? A família de Charles Peck viveu isso de uma forma assustadora. Em 12 de setembro de 2008, dois trens colidiram na Califórnia, matando 25 pessoas. A família do homem sabia que ele estava a bordo de um dos veículos e acompanhou os noticiários com apreensão, até que começou a receber ligações do celular dele.
Várias pessoas foram contatadas, somando 35 chamadas misteriosas. A partir das ligações, a polícia conseguiu rastrear o celular do homem, que já foi encontrado morto. Até hoje, as ligações continuam sendo um mistério nesse caso.

3 – Elevadores mortais

Existem muitas lendas envolvendo os perigos dos elevadores, e não vamos engar que elas são exageradas demais, principalmente depois de conhecer os 7 piores acidentes com elevadores da história. Ainda que hoje eles sejam menos comuns, em 2003 as portas de um elevador se fecharam sobre o Dr. Hitoshi Nikaidoh e não abriram automaticamente como costumam fazer, por motivos de segurança.
Depois que o homem ficou preso na porta, ele começou a subir e fatiou o seu corpo. Para piorar, a cabeça do homem ficou dentro do elevador, que ficou parado por uma hora com uma outra pessoa dentro. De acordo com os especialistas, a tragédia pode ter sido causada por um problema em um único fio.

4 – Água escura

Quem é fascinado por filmes de terror já está familiarizado com cenas em que torneiras e chuveiros começam a liberar águas escuras e sombrias. Considerando a pureza da água que consumimos, o clima de terror fica ainda mais intenso quando até ela aparece corrompida. NA vida real, algo parecido aconteceu com os hóspedes do hotel Cecil, em Los Angeles (Estados Unidos), se depararam com uma água de origem duvidosa.
Em 2013, os hóspedes do hotel começaram a procurar funcionários para reclamar do gosto estranho da água. Quando foram investigar a causa disso, membros da equipe de manutenção encontraram um corpo em decomposição no fundo de uma caixa d’água. Isso significa que todos do hotel estavam utilizando água contaminada por um cadáver que ficou ali por 19 dias. A mulher foi identificada como Elisa Lam, e você pode conhecer mais de sua história bizarra numa matéria completa.

5 – Homem verde

Existe uma lenda urbana aterrorizante comum no estado da Pensilvânia (Estados Unidos) que diz que um homem verde brilhante passeia pelas estradas durante a noite com a estranha habilidade de desligar sistemas elétricos de carros. Esse poder inesperado teria surgido de forma sobrenatural, mas foi inspirado em uma história real.
Raymond Robinson sofreu danos graves depois de ser vítima de um acidente com eletricidade. A partir daí, ele passou a apresentar um brilho incomum na pele e começou a viver de forma isolada. Para evitar julgamentos, ele se escondia durante o dia e vagava apenas durante a noite, o que acabou transformando sua história numa lenda.

6 – Fazenda de corpos

Algumas lendas dizem que existem regiões rurais repletas de cadáveres não enterrados, expostos ou colocados em carros e depósitos. Por mais que pareça ideia de um filme de terror, é bem real. As regiões de Knoxville, no Tennessee, San Marcos, no Texas, e Cullowhee, na Carolina do Norte (todas nos Estados Unidos) são conhecidas por abrigar fazendas de cadáveres.
A de Knoxville é a mais antiga e elaborada do país, com dois acres e meio de área e cerca de 40 a 50 corpos espalhados pelo local. O cenário pode parecer assustador, mas na verdade é mantido por cientistas que estudam a decomposição dos cadáveres em diferentes ambientes e situações.

7 – Ser observado por um desconhecido

Toda história de assombração começa com alguém que acha que está sendo observado ou visitado por alguma criatura misteriosa desconhecida. Os filmes desenvolvem esses cenários com sons assustadores, objetos desaparecendo e vultos assombrosos. Talvez pareça que isso só existe no cinema, mas em 2008 um homem viveu isso na própria pele.
Depois de perceber os fenômenos em sua casa, ele instalou uma câmera de segurança no local para descobrir que uma moradora de rua estava vivendo em seu porão. Quando ele dormia, a mulher saía para pegar comida e bebida. Existe um vídeo que circula na internet e mostra a mulher pegando leite diretamente da geladeira e utilizando a pia como banheiro. Graças às imagens, a mulher foi presa.

8 – Ser congelado vivo

Milionários excêntricos e entusiastas da ciência ao redor de todo o mundo apostam em pesquisas de criogenia para um possível retorno à vida em décadas ou séculos no futuro. Apesar de teorias considerarem a possibilidade disso, a técnica não apresenta resultados comprovados e pode ser completamente inútil. Mas não foi isso que mostrou o caso de Jean Hilliard.
Em 1981, a jovem de Dakota do Norte (Estados Unidos), foi encontrada congelada a uma temperatura extrema de -22ºC. Mesmo que a mulher fosse dada como morta e apresentasse um corpo tão congelado que não permitia a perfuração de uma agulha, ela acabou acordando normalmente depois que o gelo derreteu.
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7 serial killers piores que Jack, o Estripador

Quando  assunto são serial killers, não podemos negar que sempre acaba despertando uma curiosidade dentro de nós, por mais que seja duro pensar no quanto eles podem ser cruéis e sem escrúpulos. Talvez o mais famoso de todos seja Jack, o estripador, já que sua história foi transformada em livros e até virou filme. Durante muitos anos sua identidade foi um mistério, mas recentemente investigadores descobriram sua real face.
Por mais que ele realmente tenha sido extremamente cruel e ter assassinado suas vítimas de forma brutal, comparado a outros serial killers que já foram registrados na história da humanidade, Jack pode parecer um amador. Pensando nisso, separamos abaixo 7 assassinos que foram muito piores que ele. Confere aí!

1 – O estripador francês – 11 vítimas

Joseph Vacher é conhecido como o estripador francês, e não ultrapassou o famosos Jack apenas em números, mas também em requintes de crueldade, de acordo com informações divulgadas pelo The New York Times, ano ano de 1898. O homem confessou ter cometido estupros, assassinatos, sodomias com pastores e pastoras, dentre tantas outras atrocidades. As autoridades contaram ao todo 11 vítimas, mas estipulavam que o número real de vítimas ultrapassava 27.
No dia do julgamento, tudo pareca um circo. Do lado de fora dos tribunais, pessoas mantinham o grito “morte à Vacher”, enquanto na parte interior, os jornalistas disputavam quem falaria mais sobre os crimes cometidos por ele.
O homem negou insanidade, portanto não poderia ficar isento de seus crimes. Acabou sendo condenado à guilhotina, ainda permitida na época.

2 – O estripador chinês – 11 vítimas

Gao Chengyong, um comerciante chinês de 52 anos foi preso no dia 26 de agosto de agosto de 2016, acusado de assassinar 11 pessoas, dentre elas, meninas e mulheres. O homem era procurado pelas autoridades chinesas há décadas.
Ele agia de forma extremamente brutal. Entre os anos de 1988 e 2002 perseguia mulheres solteiras que vestissem vermelho. Depois de atacá-las, abusava delas, as assassinava e em seguida, ainda fazia questão de arrancar-lhes os seios e as partes genitais. Sua última vítima foi uma garotinha de apenas 8 anos.
O serial killer acabou sendo preso de uma forma bastante peculiar. Um de seus tios foi parar na cadeia, e ao recolherem amostras de sangue dele, perceberam que ele tinha ligação com o assassino, do qual já haviam recolhido amostras de DNA ao longo dos anos. Foi aí que a polícia conseguiu chegar a Gao.

3 – O estripador de Yorkshire (Inglaterra) – 13 vítimas

Peter Sutcliffe atuou na idade da Inglaterra entre os anos de 1975, até ser pego no ano de 1981. Estima-se que ele tenha assassinado 13 mulheres e ferido gravemente outras 7, sendo que uma parte delas eram prostitutas. Para matá-las, ele dava uma martelada na cabeça, em seguida, esfaqueava o corpo com um faca, e até mesmo com chave de fenda.
A polícia teve diversas falhas até conseguir chegar no autor do crime. Por incrível que pareça, Sutcliffe foi entrevistado 9 vezes pela polícia, mas não conseguiram ligá-lo aos assassinatos. Certa vez ele acabou sendo realmente preso, mas por um motivo bem menor.
Depois de investigações, a perícia detectou que o homem escondia facas, martelos e cordas no local em que foi capturado, sendo que também encontraram uma faca no sanitário usado por ele dentro da delegacia.Conseguiram reunir provas o suficiente, e o homem foi finalmente condenado em 1981.

4 – Joel, o estripador – 17 vítimas

Foi no dia 28 de junho de 1993 que um soldado avistou pelas ruas de Nova York um caminhão sem placa. Decidiu então ir atrás do dono para saber do que se tratava, mas quando acelerou seu veículo, o caminhão também acelerou. Uma perseguição teve início, até que o caminhão perdeu o controle e bateu em um poste. Ao abordar o fugitivo, o soldado mal poderia imaginar que havia o corpo de uma jovem de 22 anos apodrecendo no baú do caminhão.
Aquela era a 17ª vítima de Joel, o Estripador. Ele confessou os 17 assassinatos, e disse que sempre contratava prostitutas de Nova York, abusava delas e em seguida, as estrangulava. Sua primeira vítima foi esquartejada com a ajuda de uma faca e teve seus membros espalhados pela cidade. A cabeça da moça estava escondida em um campo de golfe, dentro de uma lata de tinta.
Depois de sua confissão a polícia teve permissão para vasculhar a casa do homem, onde encontraram várias jóias, roupas íntimas femininas e o mais curioso: recortes de jornais com notícias sobre outros serial killers. O homem foi preso e condenado a 203 anos de prisão, sendo que em 2197, poderia ter chances a liberdade condicional, felizmente, não viverá até lá!

5 – O estripador de Balashikha – 19 vítimas

Balashikha é uma cidade na Rússia, onde Sergei Ryakhovsky costumava fazer suas vítimas. O homem era cruel… Costumava estrangular e esfaquear suas vítimas, e em seguida fazer sexo com seus cadáveres. Em seguida as esquartejava, e se concentrava principalmente nos órgãos genitais das vítimas.
Ele afirmava que sua missão na terra era se livrar de homossexuais e prostitutas, porém, a maior parte de suas vítimas eram mulheres idosas. Ele tentou persuadir as autoridades, dizendo que possuía problemas mentais causados por uma infância traumática e pelo sistema soviétio de educação, porém, ninguém comprou a história. Ele foi preso em 1995, condenado à prisão perpétua, mas morreu de tuberculose em 2005.

6 – O estripador de Atlanta – 20 vítimas

Entre 1911 e 1915, cerca de 20 mulheres mais jovens foram encontradas mortas, sendo que seus corpos haviam sido decapitados (ou quase). Uma delas também foi encontrada sem o coração. O caso repercutiu muito na cidade de Atlanta imprensa já divulgava a existência de um novo Jack, o estripador.
Em julho de 1911, uma mulher foi em busca de sua mãe, já que ela não havia chegado em casa ainda e estava bastante atrasada, sem ter ao menos avisado que demoraria. Foi quando deu de cara com um homem que descreveu como alto, negro, de ombros largos e usando um chapéu. Segundo ela, o homem a fez a seguinte pergunta: “Como você se sente esta noite?”, foi logo depois que ela sentiu uma dor profunda e percebeu que havia sido esfaqueado por ele.
Por sorte, conseguiu sobreviver, ao contrário de sua mãe, que foi encontrada morta com a cabeça quase arrancada do corpo. A polícia chegou a prender 6 homens , mas nenhum deles tinha ligação direta com os assassinatos, que até hoje, permanecem sem solução.

7 – O estripador de Rostov (Rússia) – Mais de 52 vítimas

Se fizermos uma simples comparação entre este homem e Jack, poderemos perceber facilmente que Jack poderia ser considerado como um amador. Ele matou 14 meninas, 21 meninos e 17 mulheres entre os anos de 1978 3 1990. O homem matava suas vítimas sob tortura, arrancava seus órgãos genitais e em seguida, fazia uma abertura na barriga.
A primeira vez que o homem teve uma relação sexual, não foi muito bem sucedido e acabou sendo ridicularizado pela adolescente om quem estava, e foi a partir daí que começou a cometer suas atrocidades, e segundo ele, não conseguia ficar sexualmente satisfeito se não estivesse mutilando suas vítimas.
Uma de suas marcas era arrancar por completos os olhos de suas vítimas, ou esfaqueá-los. No dia 14 de fevereiro de 1994, foi executado com uma bala na cabeça.
E então pessoal, o que acharam? Conhecem algum outro serial killer que pode ser considerado mais cruel que Jack, o estripador? Compartilhem aí com a gente, pelos comentários!
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8 hotéis mais mal assombrados de todo o mundo

Não importa para qual lado do mundo você vai, certamente vai poder se deparar com alguma história de um hotel mal assombrado. Além de hospedar os vivos, muitos deles são famosos por supostamente hospedar almas que perambulam pelos corredores, arrastam correntes pelos cômodos e assustam quem busca uma simples noite de sono.
Se você está entre o grupo dos viajantes corajosos, não tem medo do escuro e iria adorar desafiar o mundo sobrenatural, esses hotéis vão dar um toque extra de emoção para sua próxima viagem. Por outro lado, se você se arrepia ao imaginar dividir um quarto com um fantasma, passe bem longe dessas construções!
Vamos conferir alguns dos hotéis mal assombrados mais famosos do mundo!

1 – Stanley Hotel (Estados Unidos)

Construído em 1909, o Stanley Hotel fica em Estes Park, no Colorado, é registra atividades paranormais desde a década de 1970. Muita gente acredita que os antigos donos, F.O. Stanley e sua esposa Flora, são os fantasmas mais recorrentes em cômodos como o Salão de Jogos ou a Sala de Música. Em 1974, o autor Stephen King ficou no quarto 217 do hotel, que inspirou a história do livro O Iluminado.
No local, funcionários oferecem passeios noturnos, consultas sobrenaturais e uma TV que passa a adaptação cinematográfica de O Iluminado em repetição constante. Até mesmo um labirinto de árvores foi construído no local em alusão à obra.

2 – Langham Hotel (Inglaterra)

Um dos hotéis históricos de maior destaque de Londres, o Langham Hotel abriu suas portas pela primeira vez em 1865. O ambiente luxuoso costuma receber diversas celebridades e membros da realeza, mas aparentemente também recebe alguns fantasmas. Hóspedes já relataram visões de um príncipe alemão, soldados alemães ou um médico que teria matado a própria esposa e se suicidado na lua de mel, entre outros. O espírito do Imperador Napoleão III, que viveu em Langham durante os últimos dias de seu exílio, também estaria vagando por ali, no porão. De todos os quartos do hotel, o de número 333 é considerado o mais mal assombrado de todos.

3 – Castelo Ballygally (Irlanda do Norte)

Construído em 1625, o Castelo Ballygally ficou marcado na história, mas de formas um pouco sombrias. O proprietário original, Lorde James Shaw e sua esposa Isabella, viviam no castelo até que a mulher caiu dele e morreu (ela também pode ter pulado ou sido empurrada, não é claro). Desde então, acredita-se que o fantasma dela vagueia pelo castelo, batendo nas portas e desaparecendo. O hotel chegou a criar um “Quarto Fantasma” em uma das torres mais antigas do castelo, em homenagem à mulher.

4 – Pousada Jamaica (Inglaterra)

A Pousada Jamaica foi construída no final do século XVIII e se tornou famosa num livro de mesmo nome, escrito por Daphne du Maurier. Ainda hoje, existem relatos frequentes de figuras sombrias que aparecem nos quartos durante as noites, acompanhados de sons de cavalos cavalgando nas pedras do lado de fora. Além disso, vozes de várias línguas irreconhecíveis costumam ser ouvidas dentro do bar, mesmo que ele esteja completamente vazio e os hóspedes estejam nos quartos. Em noites sem lua, dizem que um trabalhador sombrio pode ser visto atravessando algumas paredes da pousada.

5 – Russell Hotel (Austrália)

A Austrália já pode ser considerada naturalmente assustadora se considerarmos a variedade da fauna e da flora local, mas esse hotel em particular pode assustar visitantes ainda mais. Localizado no bairro mais antigo de Sydney, o hotel costumava receber marinheiros e atualmente parece ser frequentados por espíritos de acompanhantes desses viajantes do mar, as prostitutas. No quarto 8, dizem que um marinheiro da era colonial costuma encarar os hóspedes enquanto eles dormem. Além disso, outros marinheiros e prostitutas podem ser vistos perambulando pelo hotel, o que já garantiu a criação de um tour fantasmagórico por ali.

6 – Pousada Skirrid Mountain (País de Gales)

Esse hotel é, na verdade, um dos mais antigos pubs de Gales, com origem em 1100. Acredita-se que o primeiro andar da construção foi utilizado como tribunal a partir da revolta galesa, quando 180 homens foram condenados a morte por enforcamento. Por algum motivo, as execuções teriam acontecido ali mesmo, dentro da pousada, deixando o lugar extremamente assombrado. Até mesmo o juiz Jeffreys, responsável pelas ordenações, estaria vagando pelo local enquanto procura por pessoas para condenar. Graças a isso, alguns hóspedes garantem que sentiram cordas em seus pescoços durante a noite, alguns inclusive relatando a aparição de marcas no corpo no dia seguinte.

7 – Hotel Burchianti (Itália)

Nesse hotel italiano, dizem que uma porção de hóspedes do além insistem em nunca sair dali, passeando por corredores, utilizando as poltronas locais e assombrando diversos ambientes. Hóspedes costumam relatar visões misteriosas e arrepios inesperados, além de sensações de estarem sendo observados ou tocados por seres do além. Uma figura transparente em tons de rosa também costuma aparecer com frequência por ali, o que alguns suspeitam se tratar do fantasma do fascista Benito Mussolini.

8 – Toftaholm Herrgård (Suécia)

Amores não correspondidos criam tragédias épicas, mas também fantasmas bem insistentes. Nesse antigo lar de um barão local, o fantasma de um camponês insiste em fazer visitas. O jovem teria se apaixonado pela filha do barão, mas depois que o amor foi descoberto ela foi obrigada a se casar com outro pretendente. Frustrado, o rapaz acabou se matando no dia do casamento da amada, ali mesmo, onde hoje está o quarto 324. Desde então, ele vagueia por ali na esperança de reconquistar a sua querida.
Qual deles você achou mais assustador? Teria coragem de se hospedar em algum desses hotéis? Conte para a gente nos comentários e não deixe de compartilhar a lista!

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Como Nascem as Bruxas

Quando o fel amargo da sina e a bílis negra do rancor brotam como ondas flamejantes nos mares tempestuosos da alma e do coração de uma mulher, tome cuidado homem, anjo ou deus!... Porque a mulher é uma criatura misteriosa e estranha, muito além de santa e demônio ─ mata com o olhar e com o sentimento! Flui em suas veias o místico e rebelde sangue de Eva e em sua boca escorre a saliva peçonhenta e luxuriosa de Lilith. Carrega dentro de si o céu e o inferno, e a sua capacidade de amar e odiar é infinita. Portanto, tu, que estás a ler estas linhas, temei a mulher quando ela te odiar! A mulher é enigma e labirinto, amor e morte, paixão e ódio, arco-íris e relâmpago, poesia e cólera, luz e sombra, berço e túmulo!

Machucaste uma mulher? Se tu fores um homem, sofrerás; se tu fores um deus, perderás um seguidor.

São muitas as histórias de mulheres e muitas as de bruxas. Esta é uma delas. De bruxa e de mulher. Se tu, cristão, estás a ler estas linhas, é melhor persignar-te antes de continuar a leitura desta sombria e metuenda história!

Rebecca tinha dezoito primaveras naquele ano de 1692, em Salém. Mas para ela, então, não eram primaveras, mas sim outonos – outonos de tristeza, de ódio, de ojeriza ao seu fadário de réprobo.

Ela sabia que, se continuasse com a vidinha estúpida que levava em Salém, nunca seria nada na vida.  A vida é assim, mormente para os miseráveis: as portas só são abertas para os fortes, pois aos tíbios é dado o veneno negro da vida e o labirinto da mediocridade. A porta do inferno é ampla e fica aberta noite e dia, por ela passam os fortes e ousados. A outra porta, mais estreita, é a do céu: passam por ela os que suportaram o sofrimento nos braços de Jesus, sem venderem sua alma e sem sucumbirem à angústia do fracasso. Mas Rebecca não queria o infortúnio como ingrediente básico do crescimento espiritual – queria a vida sem dor, a paixão, a lascívia sem sofrimento, no prazer, no gozo da carne.

Passam as estações da existência, e logo o outono imperava na vida de Rebecca. O outono do infortúnio e da danação. Rebecca estava agora junto ao leito de seu amor, Joshua, já quase morto por uma doença terrível, algo muito pior que a lepra! Joshua parecia um zumbi. Sua aparência física era pior do que uma pessoa com anorexia em estágios finais.  Joshua, o amor de Rebecca, que sempre rezara, sempre semeara o amor e o bem, mas agora ele estava morrendo. Os ossos pareciam querer furar a pele branca, cadavérica. A carne começava a ficar pútrida, fétida. Era praticamente um nauseabundo esqueleto vivo, e o olhar perdido, embaciado, fitava o nada da vida e sonhava com uma libertação na morte. A dor era tanta, que Joshua não mais falava, mas trauteava algo como um cântico profano em repúdio à dor excruciante da enfermidade satânica.

Rebecca tentava consolar Joshua, mas era inútil. O deus que Joshua adorara durante toda a sua vida agora o premiara com a negação de ajuda ante a terrível doença.

Rebecca ia perdendo a fé, mas num último hausto de esperança, olhou o crucifixo na parede. Ali estava Cristo, o crucificado. Uma prece, a última, a derradeira desprendeu-se dos lábios de Rebecca, como num murmúrio, como uma pétala da flor negra do desespero caindo, açoitada pelos ventos do destino cruel.

─ Jesus, não o deixe morrer! Por favor, não deixe meu amor morrer!... Eu o quero perto de mim, preciso de Joshua, do seu amor e seu corpo, ao meu lado, me tirando da solidão da vida... Não, Senhor!... Não o deixe que o levem... Não me deixe sozinha neste mundo de sonhadores e desgraçados!”

O amor de Rebecca. O sofrimento de Joshua. O fardo da enfermidade consumindo-o como um veneno lento e inexorável. Joshua macilento, lúrido, às portas da morte, nas vascas da agonia. Rebecca desesperando, perdendo as ilusões, as esperanças do auxílio da mão divina...

Os olhos de Joshua pareciam dizer a Rebecca:

“Rebecca...estou caindo na escuridão...faz frio, agora...Ouça-me, querida...estou morrendo...é um vácuo a morte, e nele há o fim mas o começo de uma nova dor... Rebecca, me salva do inferno!”

Ao que Rebecca respondia, desesperada:

─ Não morra meu amor! Oh, não morra!

O último suspiro quase coincidiu com o trovão da tempestade, lá fora, na noite, que chegava como o veredicto da morte.

Logo, o temporal. A chuva. Lágrimas nos olhos de Rebecca.

Rebecca ainda tentou manter Joshua, seu amor, à vida, mas já era tarde. Sacudiu-o no leito, mas ele morria, ele morria! Estava agonizando, descendo ao reino das sombras, ao país dos mortos. A respiração cessava. O coração parava de bater. Uma frieza cadavérica apossava-se do corpo esquálido, carcomido pelo mal que lhe consumia.

Então sobreveio o horror. Uma coisa tenebrosa aconteceu! Joshua, agonizando, expeliu um grito final, de desespero e medo, que retumbou no quarto como retumbam os trovões do inferno, e concomitantemente, o corpo esquelético de Joshua começou a tremer como que atravessado pela eletricidade estranha e medonha da morte. Uma baba ou gosma sanguinolenta escorreu pela comissura da boca. A carne pútrida foi se desprendendo como que a derreter sob sóis infernais calcinantes, invisíveis ao olhar humano são. E os olhos saltaram das órbitas, e um cheiro nauseabundo evolou da pele lívida de Joshua, como uma emanação mefítica de mil carniças nas pradarias ardentes do inferno, até que o paroxismo do horror veio na forma do silêncio sepulcral e do rigor mortis.

Rebecca baixou a cabeça, vencida pelo horror, pelo medo, pelo desespero... E pelo ódio! Sim, ódio do destino, do descaso de Deus... Pois onde estivera Ele, enquanto Joshua morria, engolido pela morte?

Rebecca soltou um grito histérico, insano. Depois, parecia estar catatônica. Olhou o patético crucifixo na parede.

A ira. A loucura. O desespero. Ingredientes sinistros para uma transformação diabólica de alma. Tudo a envenenar a alma da jovem.

Rebecca apanhou a bíblia e alguns frascos de remédios de sobre o criado-mudo e, num ímpeto de selvagem loucura e ódio, pôs-se a atirá-los furiosamente sobre o crucifixo na parede, gritando blasfêmias e impropérios.

─ Maldito sejas tu, ó deus dos desgraçados! Porque deixaste meu amor morrer, Deus inútil? Por que não o salvaste? Eu respondo: porque és o deus dos tíbios!

Com o estrondo do trovão da tempestade lá fora, um pacto parecia selar-se nos recônditos da alma de Rebecca. E ela comemorou com uma gargalhada insana quando a luz súbita do relâmpago atravessou a vidraça da janela e iluminou-lhe o cenho rancoroso, antes de murmurar para si própria:

─ Doravante terei mil razões de vingar-me do destino, por mil eras eu te odiarei, ó Deus inútil dos fracos!...A magia do meu ódio será o legado que deixarei sobre esse vale de lágrimas, a Terra, de onde me tiraste aquele a quem amei, o meu querido Joshua!

Assim nascem as bruxas - nascem do desespero incoercível, do ódio contumaz e da rebeldia ante o corte dos liames da paixão pelas mãos divinas!...
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Minha ex-tranha namorada (Por Carlos Henrique Fernandes Gomes)

Maria Eduarda me conheceu num barzinho sinistro da parte divertida da Rua Augusta. Ambiente escuro, quase sem ar, pelas paredes descia uma luz avermelhada, música eletrônica esquisita, depressiva, a batida desconcentrando a gente, um sussurro indefinido de fundo dando tonteira na cabeça.

De repente uma mão fria pegou na minha e me conduziu com leveza, até com doçura. Semi-despertei do transe da música e senti minhas costas encostarem à parede, um corpo colou-se ao meu. Corpo que meu tato definiu como de mulher e uma boca fria acariciou a pele sensível do meu pescoço...

Acordei tonto, pescoço dolorido, uma moleza desconfortável no corpo, náusea, calafrios. Estava deitado num banco da Praça da República e me lembrava mais ou menos do que aconteceu só até aquela boca tocar meu pescoço. Já era meio da madrugada e ao meu lado uma moça com visual gótico, que nunca vi antes, amparava minha cabeça em suas coxas. Na hora apalpei o bolso para ver se minha carteira ainda estava lá; sim estava, se com o dinheiro que sobrou não me lembro.

Moça bonita, não, mentira, linda. Bem branca, cabelos pretos, lisos e compridos, com a franja para a direita, olhos negros atrás de óculos de armação preta oblonga, combinando com o queixo fino, rosto sério, bochechas quase rosadas, boca pequena, bem vermelha, nariz arrebitado e voz macia. Ela me disse que na escuridão do barzinho tropeçou em alguém caído e resolveu ajudar. Pronto, foi assim que nos conhecemos.

Assim que a estação República do metrô abriu, ela me levou até em casa. Dentro da minha cabeça rodopiavam as imagens velozes e o barulho vertiginoso do metrô, as vozes pareciam de desenho aminado, eu sentia o chão macio e cheio de altos e baixos sob meus pés dormentes e suas mãos frias e firmes me seguravam quando eu ia cair. Não me lembro de ter feito baldeação na estação Sé, da linha vermelha para a azul, nem de ter andado da estação Santa Cruz até meu apartamento, mas acordei bem depois do meio-dia, todo dolorido, no sofá desconfortável da minha sala. Não sei por onde Maria Eduarda saiu porque a porta estava trancada pelo lado de dentro.

Acabamos nos encontrando por acaso nos dias seguintes, sempre de noite, na Avenida Paulista, no Centro Cultural, no Viaduto Santa Efigênia, depois em frente à Galeria do Rock e outra no Vale do Anhangabaú. Mundo pequeno esse, aí conversa vai, conversa vem, rolou um clima e começamos a namorar.

A convivência me fez notar algumas de suas estranhezas: Maria Eduarda não gosta da luz do sol, diz que lhe arde os olhos, tem as mãos e os pés frios, diz que é por causa da pressão baixa, mas as outras partes também são frias. Uma vez o síndico me interfonou dizendo que os vizinhos viram alguém entrar voando pela minha varanda, depois de rir muito da cara dele e dizer que minha namorada devia ter esquecido a chave, ao desligar o aparelho, dei de cara com ela, linda, toda de preto. Fiquei na dúvida se tinha feito uma cópia da chave para ela.

Maria Eduarda era uma universo fascinante. Qualquer assunto ela dominava e me falava de coisas que nunca ouvi antes: histórias do passado, do presente e do futuro. Eram narrativas com detalhes de quem viveu tudo aquilo e isso a deixava com uma aura quase sobrenatural. E eu sentia que a cada dia perdia o pouco controle que tinha sobre mim, a cada dia me apaixonava mais e mais por ela.

Tivemos nosso primeiro “mal entendido” quando eu quis me exibir: “Assombração não me faz medo, não tremo diante de fantasma, de gente que vira bicho, de morto que bebe sangue. Esses não têm conceito comigo!” Maria Eduarda, com a sobrancelha esquerda erguida, fazia um esforço de titã para se controlar, ficou até ofegante, linda, intimidadora. Fechou a cara, ajeitou os óculos, e respondeu meio que rosnando: “Você devia ter mais respeito com o que não conhece! Que moral você tem pra falar disso? Já viu alguma assombração antes?” Caí na besteira de perguntar se ela tinha medo de assombração e ouvi: “A assombração sou eu, meu amigo!” Senti um medo que nunca havia sentido antes: medo de perder aquela mulher incrível! Passei o resto da noite tentando consertar a merda que fiz, sentindo-me um filho da puta plus por magoar de um jeito tão imbecil o coração da mulher que amava, e ela, com a sobrancelha esquerda erguida, sem me olhar, respondia com grunhidos monossilábicos.

Senti que Maria Eduarda era a mulher da minha vida na primeira noite que fizemos amor. Meu deus! Por que não a encontrei antes, quer dizer, por que ela não tropeçou em mim antes?

Deliciosa!

Dominadora, assustadora, do jeito que eu gosto!

Maria Eduarda por cima, com seu corpo frio e gostoso, debruçada sobre o meu corpo trêmulo, segurando meus braços com força desproporcional, a boca grudada ao meu pescoço o tempo todo, às vezes tirava, estalava a língua e gemia “gossstoso”.

Eu me debatia debaixo dela, sentia que ia perder as forças! Como se Maria Eduarda apertasse meu pescoço, faltou o ar e meu tesão aumentou demais. Queria que ela apertasse mais forte, eu queria me libertar, eu queria ficar, eu me debatia debaixo dela, sua boca fria no meu pescoço dolorido, seus gemidos, seus grunhidos de fera, minha visão ficando embaçada, as forças se acabando, seu corpo gostoso e frio se mexendo sobre o meu corpo quase frio, uma névoa fria nos envolvendo, calafrios, o pescoço ardendo.

E lá se foi a última reserva de forças num não sei quê revirando no meu baixo ventre, numa revoada de assas selvagens, num riff de guitarra, calor-frio-tremor na cavalgada de um corcel negro, de zero a cem por hora em dois segundos!

Meu deus! Que mulher!

Acordei com dor de cabeça, tontura, o corpo dolorido e o pescoço duro. A visão desembaçando aos poucos me permitiu ver Maria Eduarda sentada no chão, ao lado da cama, olhando para mim:

— Oi, doçura! — ouvi, como se viesse lá de longe, a voz meiga da minha estranha namorada de bochechas rosadas.

— Oi, amor... — gemi. Não tive forças para sair da cama.

Maria Eduarda não ria, nem sorria; havia serenidade no seu rosto, tanto quando estava pálida quanto corada. Às vezes achava que ela ia sorrir, mas era só a curvatura natural que o rosto assumia quando falava alguma palavra começada com “a”. Aquele olhar por detrás dos óculos me fazia perder a razão das coisas que eu gostava de fazer e eu me rendia ao que ela desejasse, aonde ela me conduzisse. Qual um rato em direção à mandíbula da cobra eu não tinha forças para dizer não e essa sensação de impotência me excitava.

Um dia vi uma coisa que me deixou intrigado, ou deixei de ver, não sei bem. Por causa do banho quente que tomei, o banheiro ficou cheio de vapor, quase difícil de respirar, e o espelho embaçou. Passei a mão para desembaçar e enquanto olhava o reflexo da minha cara de cadáver, fiquei tonto, meus joelhos se dobraram e senti as mãos frias da Maria Eduarda me agarrando por trás, impedindo que eu caísse no chão. Antes de desmaiar procurei seu lindo rosto no espelho, mas só encontrei o meu rosto de doente.

Havia alguns dias que eu estava bem mais fraco do que já vinha me sentindo. Não conseguia mais trabalhar, me concentrar, quase um delírio. Maria Eduarda não saía da minha cabeça, fazendo com que eu desse pouco significado a tudo mais que me rodeava. Só ela fazia sentido.

Perdidamente apaixonado.

Depois do desmaio no banheiro, não me recuperei mais e ela envelhecia dia após dia cuidando de mim. O amor tem dessas coisas.

— Maria Eduarda! Não aguento te ver assim, meu amor! Você tá se acabando por minha causa! Eu te amo... — e ela me olhava com os olhos afundados em olheiras arroxeadas, por trás dos óculos. Já se viam fios de cabelos brancos, pés de galinha nos cantos dos seus olhos e rugas na testa. Eu estava disposto a morrer para cessar sua queda vertiginosa no poço sem fundo da velhice. Ela não me respondeu, apenas me olhou nos olhos de um jeito diferente, talvez tenha até dado um sorriso.

Quando acordei, depois de sei lá quanto tempo, sei lá quantos dias, ela estava sentada no chão, ao lado da cama, com a cabeça linda apoiada na mão esquerda, fazendo carinho no meu rosto cadavérico. Desconfiei de que precisava de cuidados médicos naquela hora porque não via mais as coisas como eram: Maria Eduarda estava jovem outra vez, com as bochechas rosadas, lábios vermelhos, sem rugas, cabelos muito pretos e brilhantes, linda, deliciosa, maravilhosa como a conheci. Tenho quase certeza de ouvi-la dizer pela primeira vez “Eu te amo”.

Apaguei novamente.

Até perdi a noção de quanto tempo estávamos juntos. Também não sei quanto tempo dormi; ou será que estava desmaiado? Num esforço de velho fraco que levanta para fazer xixi, todo cambaleante, arrastando os pés e me apoiando nas paredes, cheguei à cozinha. O que vi me fez ter certeza da precisão urgente de um médico!

Maria Eduarda espremia um pedaço de fígado e chupava o caldo vermelhão que escorria, depois rasgou a carne mole e nojenta com os dentes. Daí em diante não sei o que aconteceu, mas acordei assustado num local estranho.

— É seu Carlos, quase você foi pro beleléu, heim!

— Onde eu estou? O que aconteceu? Cadê a Maria Eduarda?

— Você tá no Hospital São Paulo e vai ficar um tempinho aqui com a gente, até descobrirmos aonde foi parar o seu sangue.

Conformei-me com a minha condição de doente e minha rotina era esperar pela chegada da hora da visita, só a Maria Eduarda não chegava.
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A Vítima - Filme completo


            
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Uma narrativa: A foto do Celular...


"“Anos atrás, a prima do meu amigo (uma mãe solteira) ganhou de aniversário um novo celular. Após um longo dia de trabalho ela pôs seu celular na mesa e começou a assistir TV, quando, após vir do colégio, seu filho veio a ela e perguntou se ele poderia brincar com o aparelho novo. Ela permitiu, mas disse a ele que não ligasse para ninguém ou mandasse mensagens de texto, ao que ele imediatamente concordou.Por volta das 11:20 da noite, quando ela se cansou de assistir TV, decidiu chamar seu filho e ir dormir. Andou até o quarto dele, apenas para ver que ele não estava lá. Então foi para seu próprio quarto para achá-lo dormindo em sua cama com o celular na mão. Navegando por seu celular, ela percebeu apenas pequenas mudanças como um novo papel-de-parede, toque de chamada, etc. e navegou para a seção de fotos.Começou deletando as últimas fotos pegas até quando chegou à última imagem. Quando viu aquilo pela primeira vez, não pôde acreditar. Era seu filho, dormindo em sua cama, mas era como se a foto tivesse sido tirada por alguém além dele. Era a metade esquerda de algo que aparentava ser o rosto de uma mulher idosa.”"



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Episódio perdido de Chaves: O Ataque Zumbi

Episódio perdido de Chaves: O Ataque Zumbi
Vocês conhecem Roberto Gómez Bolaños, o eterno Chaves?
Vocês acham que já assistiram todos os episódios dele?
Bom, o ano era 1976, Roberto estava ficando sem ideias para novos episódios e acabou criando um episódio bastante diferente. Por fim, entregou uma cópia do episódio para que alguns funcionários assistissem e pudessem expressar suas opiniões.
Infelizmente eu era um dos funcionários.
Nos reunimos e iniciamos o episódio que começava assim:
A sequência de abertura era normal. O episódio começava com Chaves entrando no pátio principal equilibrando uma vassoura na mão. De repente surgia a voz do Seu madruga gritando: “CHAVES VENHA AQUI.”
Chaves se esforçava para equilibrar a vassoura enquanto tentava olhar pela janela da casa do Seu Madruga e perguntava “Cadê você?” Nesse momento surge na janela um homem com os lábios desfigurados, olhos saltados e com o nariz pendurado. Claro que a maquiagem não estava perfeita, mais você conseguia perceber que tentaram fazer o melhor, afinal, era apenas um programa de comédia, não uma superprodução de cinema. A cena cortava e pulava para o pátio principal, dessa vez com Chiquinha perguntando para Quico “Onde tá o Chaves?” Quico respondia “Deve estar lá fora.” Então a tela ficava completamente verde e voltava com os dois olhando para cima.
Um disco voador estava descendo e preparando-se para aterrissar bem no meio da vila. Dava para perceber que era o mesmo disco voador que o Quico ganha em um dos episódios, porém, esse era maior.
Chaves entrava correndo na vila enquanto zumbis começavam a sair do disco voador. De repente começava a passar várias cenas em que Quico era atacado pelos zumbis, Chiquinha entrava correndo em casa e um Chaves ensanguentado se contorcia no chão. Depois de alguns cortes e chuviscos na tela, vemos Chiquinha saindo de casa e correndo para o outro pátio da vila.
No outro pátio vários figurantes estão sendo atacados por zumbis. Nhonho também estava entre os figurantes. Logo os zumbis começavam a derruba-lo. Chiquinha corria de volta para casa se escondia embaixo da mesa e começa a chorar. Então vinha o corte para comerciais.
O episódio voltava com Chiquinha soluçando enquanto andava pela vila deserta e gritava os nomes dos personagens. O episodio acabava com Chiquinha encontrando o corpo de Chaves no chão e falando entre soluços “Cha...vi...nho...” e o episódio terminava em silêncio.
Falamos com o Roberto sobre como o episódio ficou ‘terrível’. Roberto disse que era um projeto para o Halloween, e que ele fez apenas para os amigos. Ele também disse que a fita não estava com o episódio completo, tinha apenas algumas cenas que ele queria que víssemos.
Ele pediu a fita de volta e decidiu manter esse episódio guardado e esquecido junto com vários outros episódios secretos e obscuros do seu programa.
Hoje, não consigo assistir um bom episódio de Chaves sem lembrar daquele episódio horrível.
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Barney e suas pedofilias

Passou-se uma semana desde um ocorrido em nossa casa, mas mesmo assim, quando tento falar a respeito disso com meu pai ele me parece cada vez mais puto. Moro em uma casa com 4 pessoas: Eu, minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo Lucas.
Meu irmão tem apenas 5 anos, o que justifica um pouco a raiva do meu pai em relação aos eventos inusitados e ainda recentes. Em pleno 2012, meus pais foram às lojas americanas e compraram um box de dvd's do Barney (Sim, aquele dinossauro roxo debiloide).
Quando eu questionei eles por quê eles comprariam dvd's de show velho como aquele, quando se tem tantos programas infantis atuais,eles me disseram alguma besteira sobre desenvolvimento psicológico infantil e coisas que eu realmente não dei atenção. Afinal, o Lucas adora e é isso que importa.
Bom, os dvd's vieram cheios de dicas para os pais (algumas do próprio David Joyner), bastidores, etc...
As coisas começaram a ficar um pouco estranhas há duas semanas atrás. Lucas passou a desenvolver um certa curiosidade por assuntos que não dizem respeito a uma criança de sua idade. Certo dia, ele simplesmente entrou na sala com um sorriso infantil e inocente e perguntou à nossa mãe, na frente de todos na sala, o que significava "abortar". Naturalmente, eu caí na risada, enquanto meu pai sorriu deliberadamente e minha mãe ficou horrorizada, enquanto tentava explicar algo bobo como: "é quando os pilotos saltam em segurança de seus aviões". O motivo pelo qual eu e meu pai achamos graça foi que minha mãe ficou horrorizada por achar (mesmo que por alguns segundos) que se tratava, de fato, da palavra "aborto", enquanto eu e meu pai logo percebemos que não poderia ser isso,embora, hoje não tenhamos mais tanta certeza assim.
Bom, passada uma semana desde esses incidente relativamente engraçado. Minha mãe havia viajado, eu e meu pai estávamos assistindo algo na TV, e Lucas estava no quarto assistindo seus Dvd's que meu pai havia colocado. Quando ouvimos um som um tanto quanto alto sair da TV do quarto de Lucas e logo em seguida, ele veio correndo em nossa direção, chorando e falando coisas impossíveis de se entender, até que após muitas tentativas, nós o acalmamos ele ficou dizendo repetidamente: "Barney é um monstro horrível! Barney é um monstro horrível!".
Ficamos completamente sem reação ao ver o garoto que há 10 minutos idolatrava Barney, estar com um olhar tão horrorizado e ferido após ter assistido o show dele. Sem entender direito e sem nenhuma explicação de meu irmão, fomos assistir o Dvd para nos certificarmos que não havia nada de errado...
O show teve sua abertura normalmente, suas músicas e brincadeiras também... Então, o áudio alterou de volume drasticamente, e pudemos ouvir o mesmo ruído que ouvimos da sala, porém mais alto. Era um ruído estrondoso e soava como o som de um quadro sendo arranhado.
E então, as coisas ficaram realmente bizarras. Eu não acredito em Papai Noel, no Elvis vivo, ou em mensagens homossexuais no Bob Esponja, mas mesmo assim, fiquei horrorizado com a cena que vi.
Nada de telas pretas, cortes de frames ou qualquer coisa do tipo: O dvd simplesmente travava por cerca de 5 segundos e você podia ouvir o áudio original (em inglês) do dvd e uma voz grave, grotesca e gritando distorcidamente "Suck me, little kid, suck me!" (Chupe-me criancinha, chupe-me) pelo que parecia ser menos de 1 segundo de vídeo. E então, reaparecia a imagem de Barney, o herói das criancinhas, em uma cena não-explícita de sexo oral, enquanto a música infantil ainda tocava, porém muito lentamente. A cena mais parecia uma foto e ficava na tela por cerca de 3 segundos, então cortava-se para o encerramento do show. Era o último dvd dessa temporada. Meu pai e eu tivemos tempo de assistir inúmeras vezes o dvd, e em todas as vezes, o mesmo acontecia. Lucas ainda está um pouco afetado com o incidente e agora fica facilmente assustado.
Meu pai ainda ligou para as Lojas Americanas e todos os fornecedores possíveis exigindo uma explicação. Porém, é inexistente. Acho que pode ser alguma falha de edição ou brincadeira de péssimo gosto. Meu pai não está tão cético á respeito.
Uma coisa é certa, eu nunca havia visto nada parecido. 



Anexarei uma foto e vocês podem tirar suas próprias conclusões.

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Contos

Já estava anoitecendo na Cidade de New Orlens, Estados Unidos, o tempo estava nublado e era noite de Lua Cheia.
Bruno, um garoto de 17 anos que morava um pouco afastado da cidade, resolveu chamar seus amigos e fazer uma janta de comemoração pelo seu aniversário em sua casa.
Dez horas já estavam todos seus amigos em sua casa, jantaram e ficaram bebendo ate altas horas da madrugada.
De repente, depois de estarem todos bêbados, Rafael, resolveu contar uma história para deixar todos com muito medo. A história era de Bloody Mary, uma garota muito bonita que vivia trancada em seu banheiro se admirando, e um dia enquanto estava arrumando seus cabelos, derrubou seu espelho no chão do banheiro e o quebrou. Ficou tão desesperada por ter quebrado seu espelho que acabou arrancando seus próprios olhos com os pedaços do espelho, e agora se alguém se atrever a pronunciar três vezes seu nome na frente do espelho ela arranca seus olhos, e faz com que seu sangue se espalhe por todo o banheiro.
Bruno se manifestou, disse que não acreditava nessa história, que Rafael estava contando só para deixar todos com medo, e que jamais uma mulher podia aparecer nos espelhos de um banheiro.
Rafael então disse que duvidava que bruno tivesse coragem de ir ate o espelho do banheiro de sua casa e pronunciar três vezes o nome de Bloody Mary, e que se ele fosse ate lá e pronunciasse ele lhe pagava uma caixa de cerveja.

Bruno concordou e subiu as escadas de sua casa ate o segundo andar e foi ate o banheiro, mas quando chegou lá ficou com muito medo, pensou que não precisava provar nada pra ninguém, que ele não acreditava mas não precisava mostrar que era corajoso o bastante pra pronunciar Bloody Mary na frente do espelho.
Ficou sentado um tempo no chão do banheiro e resolveu falar, pois nada ia lhe acontecer, aquela história era só uma mentira pra deixar todos com medo.
Então foi ate a frente do espelho, olhou fixamente para seus olhos refletidos no espelho e Falou:
- Bloody Mary.
Esperou um tempo e pronunciou novamente:
- Bloody Mary.
Ficou irritado e disse que isso era uma bobagem, que não precisava estar ali pronunciando aquele nome por que seus amigos achavam que ele estava com medo e foi em direção à porta do banheiro, mas quando foi sair, parou, pensou um pouco e disse que ia provar que aquilo era tudo mentira, que ia pronunciar novamente aquele nome em frente ao espelho.
Voltou na frente do espelho e pronunciou pela terceira vez:
- Bloody Mary.
Nisso começou a ouvir um monte de batidas na porta e se assustou, foi correndo em direção à porta para sair e encontrou com seus amigos dando risada do susto que ele levou.
Bruno chamou todos de idiotas por terem acreditado naquela historia e disse que provou que aquilo era tudo mentira.
Voltaram todos lá para baixo onde estavam antes e continuaram bebendo.
Bruno precisava ir ao banheiro e subiu novamente até o segundo andar.
Chegando lá, trancou a porta do banheiro e foi ate o espelho para lavar o rosto, pois estava muito bêbado já, mas ao olhar fixamente para o espelho, viu que seus olhos começaram a sangrar, desesperado ele se lembrou de Bloody Mary e ela apareceu ao seu lado, com os cabelos na frente de seus olhos, roupas rasgadas, um lado do rosto todo arranhado e escorrendo sangue por todo seu corpo. Bloody Mary levantou seu rosto para cima e Bruno viu só pedaços de vidros cravados em seus olhos. Ela estava com um pedaço de espelho em sua mão e com esse espelho ela arrancou os olhos de Bruno, espalhando seu sangue por todo o banheiro.
Seu sangue foi escorrendo por baixo da porta ate chegar à escada, quando estava jorrando sangue pela escada Rafael ficou desesperado e falou para os outros meninos que ali estavam que estava caindo sangue de lá de cima, mas eles nem olharam para a escada, pois acharam que era outra brincadeira de Rafael.
Mas Rafael ficou atordoado e subiu correndo as escadas para ver o que tinha acontecido. Ao chegar ao banheiro à porta estava só encostada, e quando a empurrou, encontrou Bruno caído no chão do banheiro sem os olhos e com sangue por todo o corpo, saiu correndo e gritando desesperado pela escada, todos que ali estavam ficaram apavorados e correram ate Rafael para lhe perguntar o que tinha acontecido. Ele contou que Bruno estava morto no banheiro sem os olhos e saiu correndo em direção à porta de saída da casa.
Mas ao tentar abrir a porta, viu que ela estava trancada, toda arranhada e com sangue escorrendo.
Rafael e seus outros amigos tentaram de tudo para sair da casa, mas não adiantava, estavam trancados.
Na casa se ouviam vários barulhos, arranhões nas portas e paredes, vidros se quebrando, gritos de horror vindos do banheiro onde Bruno estava morto, e sangue escorrendo pelas escadas.
Rafael não sabia o que fazer, não sabia onde se esconder estava com muito medo que ninguém que estivesse ali dentro daquela casa iria se salvar.
Rafael gritando correu para o quarto de Bruno para se esconder e tentar escapar daquela casa. O quarto era no primeiro andar, e ele foi ali para não precisar subir as escadas e passar pelo banheiro.
Entrou no quarto, trancou a porta e foi em direção à janela, mas de nada adiantou, a janela estava com o vidro quebrado em vários pedaços pontudos, mas havia grades pelo lado de fora e não tinha como sair por ali.
Rafael voltou para a porta para ir para outro lugar, mas ele estava trancado, não conseguia mais abrir a porta. Tentou quebrar, deu chutes, se atirou contra a porta, mas de nada adiantou.
Voltou e se debruçou em uma cômoda que havia ali no quarto, e gritou três vezes.
- Bloody Mary
- Bloody Mary
- Bloody Mary
- Bloody Mary não existe, não pode ter sido ela a matar Bruno, isso é só uma lenda, ele se arrancou seus próprios olhos sozinho pra nos deixar loucos. Disse Rafael Apavorado.
Mas ao se virar para trás deu de cara para um espelho do chão ate o teto do quarto, um espelho enorme e que refletia toda sua imagem.
Atrás dele ele viu Bloody Mary de cabeça baixa e gritou desesperado. A casa inteira tremeu, e Bloody Mary deu outro grito de fazer Rafael cair no chão com os ouvidos estourados e sangrando.
Rafael ao se levantar, do seu outro lado viu Bruno, com as roupas rasgadas, com seu corpo todo arranhado pelos pedaços de vidro e todo ensanguentado, só com buracos enormes no lugar dos olhos. Os olhos de Bruno estavam no rosto de Bloody Mary.
Então Bruno falou de dentro do espelho:
- Você me matou.
- Você não deveria ter mexido com o mundo dos mortos, e agora estou nesse mundo também.
- Isso tudo é culpa sua, mas agora estou do lado de Bloody Mary.
- E o próximo a morrer será você.
Nisso Rafael começou a tremer, estava tendo um ataque, seus olhos começaram a sangrar, seus cabelos e seus dentes a cair e por dentro, seus ossos estavam sendo esmagados um por um.
Risadas e gritos vinham de dentro do espelho, e Bruno com um pedaço de vidro arrancou os olhos de Rafael.
Rafael estava morto, e todos os espelhos da casa estavam possuídos por Bruno e Bloody Mary que estavam unidos para matarem todos que olhassem para algum espelho.
No Quarto, velas que estavam acesas em cima da cômoda caíram e com isso, o quarto ficou em chamas, passando o fogo para a casa inteira.
Os outros meninos tentaram fugir, tentaram quebrar, arrancar a grade fora das janelas, mas as grades eram muito resistentes e nada poderia vencer a força da raiva de Bruno e Bloody Mary.
Com a casa em chamas, foram todos os meninos morrendo, um por um, com seus ossos sendo esmagados pela imagem dos espelhos que estavam refletindo pela casa inteira e queimados pelo fogo que estava se espalhando rapidamente.
Quase todos morreram, mas ainda restava um. Fabio estava escondido em um quarto no segundo andar da casa.
Mas logo apareceram Bloody Mary e Bruno no espelho refletido no quarto.
Fabio estava apavorado tentando escapar do quarto, mas também estava trancado e não havia o que fazer.
Quando Fábio passou a mão em seus olhos, percebeu que eles estavam sangrando, mas ele lembrou-se que já havia escutado essa lenda de Bloody Mary outras vezes e tinha só uma maneira de derrotar Bloody Mary e Bruno, que era aprisionando eles para sempre em sua própria imagem refletida em outro espelho.
Fabio já estava muito fraco, pois já havia perdido muito sangue, mas conseguiu ir ate outra parede que tinha um espelho preso, arrancou o espelho e colocou contra o espelho que Bloody Mary e Bruno estavam.
A imagem de Bloody Mary e Bruno se refletiu contra eles e a casa tremeu, ouviu-se apenas mais um grito de horror e Fabio atirou o espelho contra a parede, deixando Bruno e Bloody Mary para sempre aprisionados no mundo dos mortos.
As grades da janela caíram para o lado de fora, e Fabio conseguiu sair da casa.
A casa estava em chamas, e todas as paredes com marcas de arranhões e pancadas, e depois de Fabio sair correndo pela mata que havia atrás da casa, a casa se desmoronou acabando de vez com as almas de Bruno e Bloody Mary.
Fabio nunca mais foi visto, ele desapareceu depois daquela noite.
Ninguém ficou sabendo se Fabio acabou morrendo depois de tudo o que aconteceu pelo fato de ter perdido muito sangue e sair de lá muito fraco, sem ser cuidado por ninguém ou se ainda estava vivo, mas o fato é que seu corpo nunca mais foi encontrado.
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O Alfabeto da Morte

O Alfabeto da Morte é um filme bem peculiar. Pra começar, eu ainda nem sei qual a minha reação a esse filme. Não sei se é muito bom ou muito ruim, mas é muito.
A construção de O Alfabeto da Morte é bem diferente, não é um longa metragem. É um filme composto por 26 curtas, sem nenhuma conexão entre si, cada um referente a uma forma de morrer correspondente à aquela letra do alfabeto. É, literalmente, um "26 ways to die".
Sim, alguns dos curtas são bem pesados.
No entanto, cada um desses curtas é feito por um diretor, ou seja, não dá pra julgar um filme como um todo quando há 26 diretores envolvidos no trabalho. Cada curta tem cerca de 5 minutos e cada um foi feito com um orçamento pequeno ($5000, um valor bem curto para uma produção, ainda que pequena), ou seja, eles tiveram que explorar a criatividade ao máximo.
Há alguns diretores mais experientes no ramo, como o de A Serbian Film (link clicável para a resenha), The House of the Devil e Hitman.

Claro que cada diretor também levou a ideia com uma seriedade diferente. Mas claro que isso também é completamente relativo a cultura e cinema do local, já que os 26 diretores escolhidos para o filme eram de diferentes partes do mundo. Eu, por exemplo, não consegui levar os curtas asiáticos a sério, nada contra, mas apesar de serem 26 curtas com o propósito de terror, com exceção do que eu acredito ser um curta tailandês, eram todos completamente cômicos e sem nenhuma chance de serem levados a sério como terror.
Há também formatos diferentes. Há algumas animações e um desenho animado, ambos bizarros.
Outros, no entanto, conseguiram prender minha atenção, por exemplo um curta alemão, um americano e outro francês. Ambos com pouquíssimas falas, mas com uma mensagem muito forte, sobre aborto espontâneo, overdose e obesidade e obsessão pela magreza, respectivamente.
Já outros foram curtas de arte, sem mais. Com poucas falas, fotografia peculiar e efeitos lisérgicos, foram bem únicos.
Porém se tiver paciência para aguentar alguns curtas bizarros, os curtas sérios valem a pena. Com várias críticas socio-políticas e a padrões impostos pela sociedade, os curtas contam com mortes cruéis e algumas até bem realistas. Há os mais variados temas, como nazismo, uso de drogas, prostituição, orgasmos e pedofilia.





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Exorcismo Real



               
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Sacrifício (2017) FILME DE TERROR LANÇAMENTO COMPLETO DUBLADO HD



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Bruxa de Blair (2016) filme Completo Dublado HD

   

              
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Ouija: Exorcismo (2017) FILME DE TERROR LANÇAMENTO COMPLETO HD




           
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5 lendas urbanas de terror que vão deixar você apavorado

Embora a maioria das pessoas não gostem de passar medo, os filmes e histórias de terror costumam fazer o mair sucesso pelo mundo. Isso porque a adrenalina que esses relatos e cenas liberam em nosso corpo é algo que nos faz sentir vivos, especialmente temos consciência de que tudo não passa de ficção. No entanto, quando a situação é real, a coisa muda de figura. Isso porque o pavor pode tomar conta das pessoas, privá-las de suas reações instintivas de defesa ou fuga e assim por diante. É por isso que avisamos logo que nenhuma dessas histórias, que listamos abaixo, são realmente verdadeiras. Elas fazem parte de lendas urbanas contadas na internet, chamadas creepypasta; um estilo de relato feito para dar suspense e fazer as pessoas sentirem “aquele” fiozinho na barriga, como as velhas histórias que os antigos contavam em volta de uma fogueira, sabe como é? Então, relaxe, aí e se prepara para conhecer alguma lendas urbanas de terror que, vira e mexe, aparecem nas redes sociais. Mas, tenha certeza: você pode ter uma boa noite de sono, sem preocupações, depois que acompanhar a matéria de hoje… se puder, claro